-Preciso de você.
-Não precisa não.
-Preciso de você sim, para me dar o que eu sempre sonhei.
-O que você sempre sonhou?
-Sonhei com você me dando algo que ninguém mais foi capaz de dar.
-E o que seria isso?
-Você jura que não sabe?
-Juro que não sei.
-É algo que eu deixei contigo a cada beijo, a cada abraço, a cada toque. É aquilo que pulsa somente por você.
-Bah, mas isso eu já tinha te dado.
-Mesmo?
-Sim, você sempre esteve aqui.
E foi ai que ela colocou a mão no peito, em cima de seu coração. Não se ouviu mais nada depois disso, não era mais necessário se comunicar através de palavras; os olhares já bastavam (e, também, o som de seus corações batendo em ritmo sincronizado).
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